sexta-feira, 28 de setembro de 2007

Pessoal do interior

Depois de um mês, ou quase, meu primeiro artigo...hehe, antes tarde do que nunca.

Na sexta (dia 28/09), recebi uma turma de Nova Roma do Sul, uma cidadezinha perdida no Rio Grande do Sul, como eles mesmos definiram. Realmente, a oficina, tem um diferencial, pois foi feita em duas partes. Primeiro, o Mateus, de manhã, fez uma oficina com eles ligada a mostra
Conversas, propondo trabalhar com histórias sobre as obras vistas. Depois eles reuniram-se em trios e continuaram a história visualmente (o Mateus pode dar mais detalhes, pois a idéia partiu dele). À tarde, as pobres criaturas continuariam as visitas, no Zona Franca e Três Fronteiras. A mim coube ministrar a oficina na mostra 3F. e assim, com a idéia do Mateus, continuar a oficina da manhã, mas agregando nas histórias as questões do contrabando, da cultura indígena, os mototaxistas....Enfim saiu umas viagens, como a linha do tempo de vida de uma cachorrinha chamada Lili, o assassinato misterioso de uma mulher, a bruxa que andava de vassoura e às vezes andava de mototaxi e cuidava de uma árvore que realizava desejos...São pequenas pérolas que os alunos, da oitava série da única escola pública da cidade, trabalharam na Bienal. E como eles disseram, assim como suas histórias, "a Arte de hoje, não tem pé nem cabeça, e assim fica divertido".
Ana Lídia, 17hs15min.

Um comentário:

estevaofontoura disse...

Legal Ana, parabéns pelo primeiro relato! E pelo esforço e dedicação no trabalho também. Continua postando tuas idéias aqui para que possamos compartilhar. Abraço.
Estêvão